segunda-feira, 11 de julho de 2011

Reunião de Diretoria

Caros Colegas

Nossa próxima reunião de diretoria será dia 16/07/2011 - sábado às 15h

Contamos com a presença de todos!

abraços

AEPSP

sábado, 18 de junho de 2011

Grupo de Estudos

NOSSA PRÓXIMA REUNIÃO AEPSP:
09/07/11 sábado - às 14h 
Grupo de Estudos - M. Klein
'A NARRATIVA DA ANÁLISE DE UMA CRIANÇA'



Contamos com a sua presença.


Diretoria AEPSP

terça-feira, 14 de junho de 2011

Reunião aepsp

Caros Colegas

Nossa próxima reunião será dia 18/06/2011 - sábado às 15h

Contamos com a presença de todos!

abraços

AEPSP

quarta-feira, 8 de junho de 2011

V ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS DE SÃO PAULO - AEPSP

V ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS DE SÃO PAULO - AEPSP
CUIDE DO SEU 'EU' INTERIOR

PROGRAMA DO EVENTO:
 
8:30 - 9:00h confirmação das inscrições

9h abertura - Sonia Pineda Vicente e Roseli Bacili Laurenti

09.30 - 10.15h Meditaçao, Hipnose e Psicanálise - Sonia Pineda Vicente

10.15 - 10.30 perguntas

10.30 - 11.00 coffee

11.00 - 11.45 Caso clínico e a Mitologia - Roseli Laurenti e Cesar Laurenti

11.45 - 12.00 perguntas

12.00 - 12.45 A boa Maternagem e o primeiro cuidador - Raquel Frazão Brunelli

12.45 - 13.00 perguntas

13.00 - 13.45 Cuidando do cuidador - Telma A. L. Carlos

13.45 - 14.30 Relaxamento - Miguel A. Singh Gil

14.30 - 15.30 Mesa redonda e encerramento
DIA 12/06/2011 - DOMINGO - DAS 9:00 ÀS 14:00H
LOCAL: Av. Corifeu de Azevedo Marques,1764 - Butantã - SP
[mapa no site http://www.nucleo7esferasdotao.com.br/]
investimento:
R$10,00 = associado e terceira idade,
R$20,00 = não associado
inscrições por e-mail : selma@globalbrindes.com.br ou por telefone: 2211.5679

sábado, 14 de maio de 2011

reunião aepsp

Caros colegas


 Nossa próxima reunião será dia 22/05/2011 às 15h

Contamos com a presença de todos!

Abraços


AEPSP

domingo, 1 de maio de 2011

O Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

O Mal-estar na Civilização - uma resenha

O mal-estar na civilização - inicialmente o texto trata a partir do deslocamento das ciências da natureza (exatas) às ciências do espírito (humanas) e às "questões culturais". Isto será possível graças à teorização da pulsão e da descoberta de algo mais além do princípio do prazer que, fundando conceitos num espaço mitológico, abre novas vias para a psicanálise, ainda rigorosa, mas livre de um empirismo exacerbado. Assim, o texto diz que o mal-estar não vem da oposição entre a civilização (e suas exigências repressoras) e a pulsão (e suas exigências instintivas imperiosas), pois não se trata de uma oposição simples. A renúncia às demandas pulsionais implica ela mesmo em uma certa satisfação, que tanto quanto a renúncia, funda a sociedade. Freud argumenta que para viver em sociedade o ser humano precisa tolher os instintos de sexualidade e agressividade e com isto perde a capacidade de ser plenamente fiel à sua natureza e vive sob uma condição de insatisfação permanente. Um texto imensamente rico onde Freud aponta para inúmeros temas. Ele constitui, por exemplo, traços de caráter, com um esboço de teoria da relação do erotismo uretral com o fogo, de uma explicação psicanalítica da tendência ao asseio e à higiene, de uma teoria do comunismo, do anti-semitismo, de uma discussão sobre a sociedade americana e ainda um esboço de teoria sociológica e pedagógica a partir da psicanálise. Um dos temas centrais do ensaio diz respeito ao indivíduo e à civilização, e como o desenvolvimento do indivíduo e a evolução da civilização estão intrinsecamente ligados e quando/onde esta ligação ocorre. O texto fala também da sublimação (ou a canalização da energia para outras atividades físicas e psicológicas), e não-satisfação/renúncia dos instintos que ocorre quando enterramos nossos instintos em troca por viver em sociedade. Para uma melhor compreensão faz um pequeno desvio por totem e tabu. O assassinato do pai da horda primitiva fundando a lei e a proibição. Existiria uma orientação ética específica da psicanálise? Como entender esta ética? Freud se mostra pessimista afirmando tentar unicamente circunscrever a estrutura da civilização sem propor alternativas ao seu mal-estar. Ele permite-nos compreender a inviabilidade de uma sociedade totalmente hedonista assim como de uma sociedade da lei pura (pois quanto mais lei, mais pecado). “o desejo não existe, só existem as demandas”, esta é sua máxima, ou ainda, "o sujeito não existe só existem comportamentos", ou "o singular não existe só existem o geral e o particular". Sobre esta posição subjetiva, e no sentimento de perda que pode acarretar observa-se a tristeza e a depressão tão presentes nestes tempos de pós-modernidade. Que exista um mais além das demandas e que este seja singular é sua máxima. Para a psicanálise, as restrições que a civilização moderna impõe ao livre funcionamento das pulsões sexuais e destrutivas provoca mal-estar na subjetividade. Com efeito, a opinião mais difundida é a de que a civilização é responsável por nossa miséria e que deveríamos abandoná-la para retornar ao estado primitivo que nos asseguraria mais felicidade. Tal ponto de vista, hostil à civilização, origina-se daquilo que a vida comum exige e, ao mesmo tempo, contraria a busca do prazer. Toda análise de Freud converge em direção á necessidade da renúncia à realização direta dos fins pulsionais. Conseqüentemente o mal estar contemporâneo, consiste no sentimento de culpa vivido pelo sujeito dividido entre satisfazer e/ou renunciar estes instintos. Conclui-se que o homem civilizado trocou uma parte de felicidade possível, por uma parte de segurança.
                                                                                por Fernanda Pineda Vicente Dias Silva
                                                                                                             (comunicação social)